Porque as coisas no Brasil são tão caras e como isso fez crescer importações

Um inquérito recente realizado pelo Tripadvisor, um site de viagens, colocar Oslo, a capital de super-ricos Noruegueses, como o mundo destino mais barato para viagens, com uma estadia de uma noite em um hotel de quatro estrelas, com jantar e bebidas para dois custa mais de us $600.

Mas perto do topo da etiqueta-choque ranking é uma surpresa entrada: renda média-Brasil. Hotéis em São Paulo, a capital dos negócios, ou à beira-mar do Rio de Janeiro, custou mais do que em Londres ou Zurique.

Os visitantes que vão as compras encontram a alta de preços atingiu os moradores também. Roupas, cosméticos, eletrônicos e carros são todos mais caros, às vezes muito mais, que na maioria dos outros lugares.

O custo  no Brasil tem muitos ingredientes, incluindo altos impostos (36% do PIB, muito fora da linha com 21% de média média alta em países de renda), swingeing direitos de importação e rígidas leis de trabalho que dificultam a utilização de trabalhadores de forma eficiente.

As más estradas e uma limitada rede ferroviária empurrar para cima os custos de frete. Altas taxas de juros significa que as empresas têm de gastar um pacote de financiamento; alto índice de criminalidade adiciona pesados custos de segurança para as suas despesas. Um terrível sistema de ensino faz do Brasil o segundo lugar mais difícil para as empresas a encontrar as habilidades que eles precisam, de acordo com mão-de-obra do Grupo, atrás apenas do envelhecimento Japão.

Crescentes custos de mão de obra, que dobraram em uma década como grandes aumentos para o salário mínimo a definir o tom para pagar as negociações entre o conselho de administração, adicionou um novo ingrediente para a receita de idade.

Na prática para os turistas ir para o Brasil é caro e não compram nada no país, o que torna a economia do país ainda pior, Já no caso da população a importação por meio de compra online de lojas se torna cada vez mais recorrente, desvalorizando os produtos nacionais.

Como aproveitar a baixa do dólar para economizar (ainda mais) dinheiro

Com a baixa do dólar volta-se a cogitar fazer as compras foras, viagens e outros, mas mesmo assim temos muita insegurança em realizar esse tipo de tarefa por conta da quantidade de impostos que pagamos por cada item. A receita federal taxa tudo aquilo que chega de importação e o que fica bloqueado na alfândega ou é taxado com ainda mais juros ou então é pego e as pessoas são punidas.

Não é ilegal comprar coisas de fora, na verdade isso tem se tornado uma estratégia de muitas pessoas que não conseguem controlar as contas e sabem que  o mesmo produto no Brasil será muitas vezes mais bonitos em seu país de origem,  aqui o valor de u produto muitas vezes pode chegar até a 80% do preço cobrado, como se fosse duas vezes o valor do produto, em outros locais a política econômica diferente permite que  o valor dos produtos fique a preço de custo do que seria no Brasil.

Existem algumas empresas como se fossem de fretes que realizam esse serviço legal de trazida de produtos de fora para dentro do Brasil. No entanto, cobrará preços para isso. Mas já imaginou se pudéssemos fazer todo esse procedimento de forma legal, sem gastar e ainda economizar nos artigos que compramos?

Na internet  tem um curso que se chama Importador Profissional que ensina todas as tramas do negócio e o processo burocrático para que se possa comprar das lojas oficiais, destinar para um endereço nos Estados Unidos e depois mandar a mercadoria para cá economizando muito e mesmo que o produto seja taxado na alfândega. Confira aqui como funciona o curso Importador Profisisonal com detalhes interessantes e informações completas!